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MANIFESTO

Carta Alaska I. – Edição #1

Alaska I. – Mapa do Mercado Imobiliário

 

Por Bruno & Caco


Alaska I. – Inteligência Imobiliária

     Ao longo da história da humanidade muita coisa mudou. Moedas foram criadas e extintas, grandes impérios subiram e caíram, tecnologias mudaram totalmente a forma como as pessoas viviam e trabalhavam. Hoje temos, como exemplo, a Inteligencia Artificial – IA, que vem revolucionando a forma de trabalho em diversos setores.

 

     Historicamente valorizada, a terra mantém-se como um ativo estratégico. Por ser um bem finito e impossível de replicar, ela valida o antigo ditado: 'quem compra terra, não erra'.

     A terra sempre foi sinônimo de dinheiro, poder e segurança. Desde o tempo da Babilônia (cerca de 1.800 a.C.), quem acumulou e geriu bem bons imóveis, obteve mais do que patrimônio,conquistou também influência em sua sociedade. A ideia de possuir bons imóveis está ligada à característica única que eles possuem: são os únicos bens impossíveis de serem copiados ou replicados, isso significa que cada imóvel tem seu próprio valor. Aprendi isso desde cedo com meu nonno, homem que me ensinou que uma esquina é diferente da esquina no lado oposto da rua. Em alguns casos isso pode resultar em um bom ou mau negócio. Detalhes como, por exemplo, fluxo da rua ou ângulo da esquina, são fundamentais para obter êxito na escolha do imóvel. 

 

     Embora a modernidade sugira que o passado é obsoleto, certos fundamentos permanecem inalterados. Existem princípios que não apenas resistem ao tempo, mas servem como pilares da sociedade desde a sua gênese. A relação entre a propriedade da terra e riqueza com certeza é um deles.

 

     Na mesopotâmia região onde se encontrava a Babilônia já existiam:

 

     • contratos de arrendamento de terras; 

     • registros escritos em tábuas de argila, documentando quem podia usar determinada área e em troca de que pagamento; 

     • a noção de que o direito de uso ou posse da terra tinha valor econômico e podia ser transmitido, vendido ou herdado.

 

     Ainda que não seja um registro literal da antiguidade, existe uma máxima que sintetiza perfeitamente o espírito da Mesopotâmia: 'Aquele que possui a terra, possui também o fruto do trabalho de muitos'

     Estamos falando de sociedades que usam a terra como forma de riqueza há cerca de 4.000 anos. Quais moedas, empresas ou tecnologias duraram tanto tempo (o fogo?)? Se existe algo mais seguro e duradouro, nós, da Alaska I., desconhecemos.

Seguindo para outras épocas, podemos ver diversos outros exemplos. No Império Romano, sociedade que até os tempos modernos deixa sua marca, os aristocratas tinham seu poder ligado à quantidade de terras que possuíam – tanto terras rurais como urbanas, que geravam renda e influência.

 

     Existe uma citação do filósofo romano Cícero (106 a.C. – 43 a.C.) que demonstra a solidez dessa classe de ativo:

     “A riqueza está nas terras, e as terras permanecem quando todas as outras coisas passam.”

     Após anos de gloriosas conquistas, o Império Romano cai e, então, surge a Idade Média (476 d.C. – 1453 d.C.). Nessa nova fase da história, política, costumes e moedas mudaram de nome e de forma, mas o que seguiu sendo o centro do poder foi a terra, onde agora os senhores feudais concentravam o poder.

     Eles cediam um espaço de terra para que os camponeses cultivassem grãos e criassem animais para seu sustento. Em troca, os camponeses trabalhavam alguns dias da semana nas terras do seu senhor e o remuneravam com um alto percentual do resultado do seu trabalho.

     Independente da época, vemos o mesmo padrão se repetindo: terras sempre foram uma das coisas mais valiosas que alguém poderia possuir.

 

     Traçando um paralelo com o momento em que vivemos, em todas as épocas:

 

     • a produção de grãos foi fundamental para a existência das sociedades; 

     • a fabricação de armas existiu como forma de proteção; 

     • a produção de insumos para infraestrutura — abrangendo desde habitação e transporte até grandes obras civis — sempre foi uma necessidade fundamental, evoluindo em métodos e materiais ao longo da história.

 

     E, para que tudo isso seja executado, em qualquer um desses segmentos ou épocas, uma coisa é essencial: um bom imóvel.

 

     John D. Rockefeller, o lendário fundador da Standard Oil e primeiro grande bilionário da era moderna, personificou o sucesso empresarial. A ele é frequentemente creditada uma máxima que resume sua visão de riqueza:

     "Nove décimos de todas as fortunas vêm da terra"

     O tempo passa, os hábitos mudam, tecnologias revolucionam os tempos, mas, em qualquer época da história, o bem mais sólido e valioso sempre foi a terra.

 

     Na Alaska I., temos a convicção de que o imóvel, quando selecionado com critério, representa o ativo mais valioso de um portfólio. Os exemplos citados reforçam a solidez e a perenidade desse investimento ao longo da história.

 

     Com bons imóveis, você pode deitar a cabeça no travesseiro e dormir em paz. Independente de haver uma invasão de produtos importados afetando setores industriais ou comerciais, se o Brent cair ao menor patamar dos últimos 100 anos ou se surgirem novos entrantes no seu segmento apertando sua margem de lucro, lembre-se: aquela esquina que o nonno me ensinou a enxergar é impossível de ser replicada, ela tem um valor único.

 

Até a próxima edição do Mapa de Mercado. 

 

Bruno&Caco


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